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Júri absolve réu pela morte do próprio irmão durante bebedeira no AP por legítima defesa

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Após ser adiado 7 vezes, julgamento aconteceu na quinta-feira (30). Edinaldo Penha da Silva foi morto com golpes de barra de ferro, em 2017. Réu alegou que irmão o ameaçou com machado. Plenário do Tribunal do Juri de Macapá Tjap/Divulgação O ajudante de pedreiro Ediclei Penha da Silva, de 26 anos, foi absolvido em legítima defesa pela morte do próprio irmão. O crime ocorreu em 21 de abril de 2017, na casa onde moravam numa área periférica no bairro Zerão, na Zona Sul de Macapá. O júri, que chegou a ser adiado 7 vezes, aconteceu na quinta-feira (30). Edinaldo Penha da Silva, à época com 34 anos, foi morto com golpes na cabeça causados por uma barra de ferro. O réu declarou que o crime foi motivado por uma discussão entre os dois por causa de uma música em meio a uma bebedeira. LEIA TAMBÉM: Jovem é suspeito de matar irmão com barra de ferro após discussão Preso com faca ensanguentada é suspeito de matar o próprio irmão na noite de Natal Homem é morto a facadas pelo próprio irmão durante bebedeira O julgamento de Ediclei, que chegou a ser preso em flagrante, mas respondeu ao caso em liberdade, aconteceu no Fórum da capital, após ser adiada 7 vezes pela Justiça por motivos diversos. No primeiro depoimento dado à polícia após a prisão, o réu declarou que atingiu duas vezes a cabeça do irmão porque estava sendo ameaçado por ele com um machado. Ambos ingeriam bebida alcoólica na Travessa Araguaia quando discutiram por causa de uma música que Ediclei queria que a vítima colocasse para tocar, mas o irmão negou e teria então o ameaçado. Após os golpes, Edinaldo foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros e levado para o Hospital de Emergência (HE), mas não resistiu aos ferimentos. Ele teve um grave afundamento no crânio. Ediclei, que respondia por homicídio qualificado por motivo fútil, foi inocentado. No plenário, a acusação, feita pelo Ministério Público (MP) do Amapá, pediu a absolvição do acusado por entender que ele praticou o homicídio para se defender. A tese foi a mesma apresentada pela defesa do réu, que foi acolhida pelos jurados. Veja o plantão de últimas notícias do G1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá:
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